domingo, dezembro 31, 2006

I.N.R.A.

Jesus de Nazaré, ou Reinaldo Azevedo.
Realmente, NÃO DÁ pra ler a coluna desse darling da inteligentzia direitista tupiniquim, agora com complexo de Jesus Cristo, quando nem estamos na Semana Santa!
Hoje, tratando da deprê que se abateu sobre ele ao ver Saddam com a corda no pescoço:
Além de se dizer incapaz de julgar os outros, ele diz que, ao contrário de seus inimigos e detratores (dos quais ele imagina haver hordas), ele não deseja vê-los mortos - sequer derrotados!
Notei também que ele só publica comentários começados por Rei (e são centenas, fiquei besta!)- que muitos pensam se tratar de apelido, mas na cabeça dele é praticamente um pronome de tratamento.
Humildemente, claro, como convém a um Cristo.

PRO DIABO QUE O CARREGUE

No educativo (recentemente mencionado) desenho animado South Park, Saddam Houssein aparece no inferno, no papel do companheiro sodomita do próprio Satanás.
No episódio, em longa-metragem, o diabo faz o papel de passiva dona-de-casa, vítima do sadismo de Saddam(sem trocadilho), que só faz esculachar (literalmente) o coitado (literalmente) do diabo, que não passa de um joguete, patético arremedo de coisa-ruim, se comparado ao parceiro bigodudo.

A essa altura, o profético episódio deve estar rolando na real, e o diabo que se cuide se não quiser ter a rosca queimada no Inferno.

quinta-feira, dezembro 28, 2006

ESSE ENTENDE...

...DE FAROFA
Em educativa viagem pelo Norte Fluminense, descobrimos que o Prefeito do pujante município de Rio Bonito se chama José Luiz Alves Antunes - vulgo Mandiocão.

quarta-feira, dezembro 27, 2006

GRANDE CONCURSO DE RECEITAS DE FAROFAS


que vocês gostam tanto de farofa, deixem aqui nos comentários suas receitas favoritas.
Reveillon está aí, e você pode ter que levar algum prato salgado praquela festa em Iguaba (e farofa é bom porque bate, entope e custa pouco, e você já detonou todo o décimo terceiro!).
Sem contar que você pode querer fazer um ebó mais caprichado pro seu santo, e uma boa farofa na encruza pode ser a garantia de que no próximo reveillon você tenha grana pra ir a uma festa melhorzinha.
Vamos lá, seja original ou tradicional, libere aquele segredinho da sua avó sobre como deixar a farofa bem crocante, ou molhadinha... Dê seu pitaco sobre harmonização da farofa com o prato principal ou ensine como comprar uma farinha de boa qualidade (não confundir com o teste da farinha!).
Eu já fiz farofa de cenoura com de farelo de trigo e até farofa de cream-cracker, além de uma receita exclusiva com a qual pretendo presenteá-los em recompensa pelo seu bom comportamento.

terça-feira, dezembro 26, 2006

LOVE ME TENDER


Tender Bolinha, aparentemente o favorito das ceias entre os leitores!

sábado, dezembro 23, 2006

PRA VOCÊ QUE ACHA O NATAL UMA MERDA


South Park é um desenho animado cujos personagens são crianças de 5 ou 6 anos e suas famílias neuróticas, numa cidadezinha nevada e provinciana do Colorado, EUA.
Os autores são naturais de Columbine (aquela, de “Tiros em Columbine”) e são mordazes críticos do preconceituoso, beligerante, sexualmente reprimido e hipócrita american way of life.
No episódio de Natal, somos apresentados ao personagem Mr. Hankey, o cocô de Natal (foto).

Resumo:
A cidade ensaia a peça de Natal em que as crianças representarão o Presépio. Começa uma discussão porque certa mãe judia se sente ofendida pela Escola impor uma orientação religiosa cristã.
Isto desencadeia uma crise em que todos por alguma razão se sentem ofendidos por algum dos símbolos do Natal.
Tem então início uma busca por símbolos e modos de comemorar as Festas que não ofendam nenhuma religião, seita, facção ou orientação sexual.
Uma das crianças propõe a adoção de Mr. Hankey, o cocô de Natal, como símbolo universal, o que além de ser veementemente recusado, faz com que o menino seja internado num hospício por acreditar em tal aberração. (Mr. Hankey existe, mas só aparece para este menino).
A solução encontrada é um espetáculo de dança e música criado por Philip Glass. O show é horrível, um total fiasco, todos odeiam e a briga recomeça, desta vez em busca de culpados por tamanha descaracterização do Natal.
Em meio a este conflito Mr. Hankey decide aparecer para todos, apaziguando os ânimos, dando a maior lição de paz e amor, e demonstrando literalmente que até um pedaço de merda possui mais espírito natalino que muita gente de bem.

Feliz Natal!

quinta-feira, dezembro 21, 2006

EI EI EI, HIPOPÓTAMO É MEU REI

males que vêm para o bem:
Deu no UOL: "Após facada, ACM Neto está 'lúcido e orientado', diz boletim médico".

Só podia ser dele, claro.

Zeno, você mata a pau!

segunda-feira, dezembro 18, 2006

quarta-feira, dezembro 13, 2006

DESCULPEM OS TRANSTORNOS


ESTAREMOS DE VOLTA NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA, OU A QUALQUER MOMENTO EM EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA.
POR FAVOR, DEIXE SEU RECADO APÓS O SINAL.
OU NÃO.

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Pobres ou Piratas?

Vi no telejornal Hoje, (mas não hoje).

1. Sete entre dez brasileiros adquiriram produtos piratas este ano.
2. Dois milhões de empregos deixam de ser gerados por causa da pirataria.
3. Um em cada quatro desempregados estaria empregado se não fosse a pirataria.
4. "Eu pago imposto aqui, vou dar emprego lá na China? eu não!"

Analisemos a frase 1:

Não vamos aqui defender a pirataria, mas apesar de estatística nunca ter sido meu forte, isto já tá me parecendo apelação. Hoje em dia, para legitimar qualquer teoria, é só começar sua sentença com um número e um percentual para imediatamente parecer que você está certo. Ninguém procurará saber de onde ou como você obteve estes números, nem vai parar pra pensar se eles fazem algum sentido.

Senão, vejamos:
Outras estatísticas "demonstram" que de 30% a 40% da população brasileira vive abaixo da linha de pobreza e chega a haver 10% de indigentes (miserê total). Sendo assim, que produto pirata essa gente teria comprado? feijão?
Ou ainda, trocando em miúdos: no mínimo, MAIS de 100% dos não-miseráveis adquiriram produtos piratas.

É como quando se quer angariar fundos ou simpatia por alguma causa - geralmente alguma síndrome ou deficiência: Sempre há dez por cento da população com o problema da vez.
Ora, se assim fosse, o mundo -ou pelo menos o Brasil- ia parecer o videoclip Thriller...
Se você conhecesse apenas dez pessoas, todas teriam fatalmente algum problema grave, a julgar pelas estatísticas: uma seria aleijada, uma seria down, uma seria cega, uma seria diabética, um seria impotente, um seria hemofílico, um seria surtado, uma seria estéril, um seria vascaíno e um seria pefelista.
Agora mesmo, enquanto escrevo, vejo um anúncio da seguradora SulAmérica dizendo que 20% dos trabalhadores têm alguma doença crônica!

É claro que o que ocorre é um percentual bem menor da população comprando muito produto pirata. Mas, assim como as drogas, enquanto houver demanda, haverá piratas - ou traficantes. Se a polícia começasse a prender exemplarmente umas senhoras de bem em Copacabana, que se amarram numa Louis Vuitton falsa (aliás, deveriam ser presas só pelo mau gosto), rapidinho o movimento na Ponte Falou, Amizade iria diminuir.

Quanto às frases 2 e 3, o que é que este Governo fez que ainda não resolveu pelo menos 20% de sua promessa de campanha (anterior) de 10 milhões de empregos, apenas atacando a questão da pirataria? Parece tão simples!

Mas a frase 4 seria a mais engraçada, se não fosse a mais tristemente ignorante: É de uma senhora classe-média, entrevistada para a matéria, explicando por que ela não compra produtos piratas.
Como se todas as grandes marcas ditas "oficiais" não fabricassem seus produtos na China ou escravizando alguma criança asiática...

quarta-feira, dezembro 06, 2006

CUltura para todos.

Nem sempre o que se lê nas portas de reservados de banheiros públicos femininos são baixarias escritas em mau português.
Hoje, num banheiro sórdido de uma rodoviária não menos, ao lado de "aqui só tem puta" e "tenho 50 anos, meu marido é 20 anos mais novo e adoramos uma suruba", li o seguinte:

CU
MONOSSÍLABO TERMINADO EM U.
É TÔNICO!
NÃO É ACENTUADO!

domingo, dezembro 03, 2006

"...AÍ EU VIREI PRA ELE E FALEI: OLHA SÓAH..."

Mais patético do que a narração de uma conversa inteira ao telefone, acompanhada da característica representação manual do aparelho, agora vemos a versão cyber, em que o narrador conta diálogos inteiros havidos por msn ou emails, repetindo no ar seus movimentos num teclado invisível.

As empresas de telefone ainda não perceberam que o sonho do consumidor brasileiro não é o celular com fone de ouvido (aliás, como se houvesse outro tipo de fone, mas deixa pra lá) que deixa as mãos livres, mas um aparelho digital de verdade, ou seja, com receptor e fone em forma de dedal, acoplados aos dedos mínimo e polegar, para que a pessoa possa realmente falar ao telefone do modo como gostaria.

sábado, dezembro 02, 2006

Falando em Múmias...




Oswaldo Montenegro é o mais recente contemplado com o troféu "Grandes Chatos da Humanidade", promovido pelo Serjão.