Jarbas, (vulgo Passarim)Respondendo a seu último comentário (e também ao penúltimo, aquele lindo).
Não sei o que você entende por
qualidade discutível. Como está sempre aqui, suponho que ainda não chegou a uma conclusão.
Ou, então, vem aqui apenas para fazer algum comentário sutilmente
nada-a-ver para, de quebra, deixar transcritos os seus
posts, aproveitando o espaço e a ocasião,
na aba da minha discutível popularidade, para mandar,
antidemocraticamente, e
goela abaixo de meus leitores, aquilo que eles encontrariam em seu blogue, caso lá fossem. Coisa que não fazem, por alguma razão.
Ou pensou que eu não tinha feito reparo em seu proceder? Pois, reparei. E mais: não gostei.
Convidar a ler seu blogue, fazer referência a algum
post, de vez em quando, vá lá.
Mas a transcrição, (na íntegra!), era só o que me faltava, virar sucursal do seu palanque, digo, blogue.
Uma vez você me escreveu dizendo que me linkava, e que o fazia sem necessidade da recíproca. O conteúdo político do seu blogue não faz dele algo que eu especialmente recomende. Principalmente se tratando de apologia ao voto útil no
chuchu, e do apoio explícito ao
janotinha do
Aecín Névis.
Deixei isto claro em um email que lhe enviei, agradecendo, no entanto, a gentileza de ter sido linkada.
Aproveitando outra ocasião, v. solicitou que eu me explicasse publicamente sobre a mesma questão; a contragosto, assim fiz, ainda que admirando sua disposição em crer na política.
Não sei se essa é a razão de v. ter sido tão pouco cortês em seus últimos comentários. E digo,
últimos, não só porque são os mais recentes, mas também porque não haverá chance de v. publicar outro aqui, caso insista nessa linha oportunista.
Mais adiante, diz também:
“Um blogueiro comprometido tem obrigação de colocar pelo menos um texto por semana.”Isso me soa tão, assim, começo dos anos setenta... Aliás, não havia, lá pelos idos da ditadura, um ministro com esse nome?
Blogueiro comprometido: Não existe tal coisa. Eis a graça e a desgraça da Internet. Nem mesmo a enciclopédia virtual é confiável. Ninguém tem compromisso com coisa alguma. Graças a Deus, e ao contrário do jogo-do-bicho, não vale o escrito.
E, antes que eu me esqueça, Jarbas, vai tomar no rabo.